Palavra Conecta // 26 de maio

Não é Fake News!!

 

Estamos na era digital. Jovens e adolescentes passam mais tempo nas redes virtuais do que com pessoas reais. A interação com este mundo se torna cada vez mais perigosa.

Hoje, segundo um estudo feito por pesquisadores do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) e divulgado na revista Science, uma notícia falsa tem mais de setenta por cento de chance de ser compartilhada.

“As notícias falsas se difundiram de maneira significamente mais rápida, profunda e ampla do que os fatos verdadeiros”, concluíram. Enquanto as fake news mais influentes atingiram de mil a 100 mil pessoas, as verdadeiras raramente foram difundidas para mais que mil pessoas. A verdade, por sua vez, leva seis vezes mais tempo para atingir um grupo de 1,5 mil pessoas. Quando a notícia falsa se trata de política, a dispersão é ainda mais intensa. Elas atingem 20 mil pessoas quase três vezes mais rápido que os outros tipos de notícias falsas atingem 10 mil. Quando estimaram a probabilidade de uma notícia ser compartilhada, viram que as falsas têm 70% mais chances de serem compartilhadas que as verdadeiras” (pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts)

Vamos ao assunto que deu o que falar nestas semanas entre príncipe Harry e Meghan Markle e ver como nós somos manipulados pelo maior grupo de comunicação do Brasil.

Uma série de reportagens da Globo, em especial no jornal que leva seu nome, deixam patente como há uma clara tentativa de transformar até casamento real em “lacração”. As centenas de comentários nas páginas do periódico na mídia social e a quantidade de desmentidos mostrando que sua cobertura é parcial e tendenciosa evidenciam que os brasileiros estão rejeitando essa narrativa.

Nas manchetes, termos como “feminismo”, “racismo” e “diversidade” tentam ofuscar o sentido da tradicional cerimônia cristã que a ex-atriz e agora Duquesa Meghan Markle, realizou com o príncipe Harry.

Dia 16, foi noticiado no Brasil que “Em gesto feminista, Meghan entrará sozinha” na igreja. Contudo, vários jornais ingleses relatavam que Thomas Markle não estaria na cerimônia devido a uma cirurgia que precisou fazer de última hora. Em seu lugar, o príncipe Charles, pai do noivo, a acompanharia. De fato, foi isso que ocorreu, mas O Globo não corrigiu a informação. Na véspera do evento, a insistência que a atriz era “negra e feminista” e que isso iria mudar, de alguma forma, a coroa britânica. Paralelamente, os jornais ingleses destacavam que mesmo ela sendo de uma família evangélica não praticante, submeteu-se tanto ao batismo como a confirmação, rituais de entrada na Igreja Anglicana, cujo líder máximo ainda é a Rainha da Inglaterra, a avó do noivo.

Logo após o casamento, que seguiu a milenar tradição da coroa inglesa e foi realizada em uma igreja, onde foi lida a Bíblia e proclamada a união diante de Deus, a mídia do Reino Unido mostrava admiração pelo fato de o bispo oficiante, o americano Michael Curry, ter proclamado abertamente a salvação em Jesus, ideia cada vez menos popular naquela sociedade que se define como “pós cristã”. No final, eles foram declarados “marido e mulher”, algo nada feminista. Em nenhum momento da pregação foi dado destaque à “origem negra” da noiva.

Por aqui, O Globo falava apenas da cor da pele de Curry e a “cultura negra”, com máximo destaque para a citação que ele fez no sermão a uma frase do pastor Martin Luther King Jr., reduzido pelos jornalistas tupiniquins apenas a seu papel como “ativista de direitos civis”. Qualquer pessoa que conheça a trajetória de King saberá que toda a sua luta era baseada nas convicções cristãs que todos os homens são iguais diante de Deus.

No último domingo, a capa de O Globo não dizia “casamento real”, mas sim “Diversidade real”, como se o que tivesse ocorrido em Windsor fosse qualquer outa coisa que não um casamento. Surgiram então as “análises”, algo comum no jornal, onde o tom é tentar achar nas entrelinhas algum significado que não ficou evidente às pessoas comuns.

Enquanto centenas de milhões de pessoas acompanharam pela televisão uma cerimônia tradicional, com a noiva de branco e a expectativa que eles deem continuidade à linhagem real, O Globo destacava: “casamento de Meghan e Harry fundiu tradição e diversidade”. Chama atenção que o nome da noiva vem primeiro, sendo que ela só é notícia no mundo inteiro porque se casou com um príncipe.

Outro desses especialistas afirmou ao jornal: “Casamento real é mais um passo na jornada contra o sexismo e o racismo”. Com uma série de chavões, a matéria tentava atribuir um peso à cor da pele da noiva e seu papel como “militante do feminismo” que não se sustem. Afinal, a agora duquesa de Sussex se submeterá às regras da família real.

Quase tudo que a mídia brasileira tentou atribuir a ela cai por terra quando se atenta para o que divulgou a BBC, rede de comunicação oficial do Reino Unido. Ao se casar com Harry, a americana aceitou, entre outras coisas:

 

  • Apagar suas contas das redes sociais – A atriz tinha 350 mil seguidores no Twitter e 1,9 milhão no Instagram. Apagou os dois perfis e agora terá um perfil oficial, mas que será gerido pela equipe de comunicação do Palácio de Kensington.
  • Deixar seu trabalho – Meghan se tornou conhecida por sua participação em séries americanas, especialmente por seu papel de Rachel Zane em Suits. Além disso, geria seu próprio site, por meio do qual ganhava dinheiro fazendo colaborações com marcas diferentes. Agora, ela vai se dedicar a representar o Reino Unido em eventos oficiais.
  • Deixar de expressar opiniões políticas – No passado ela fez vários discursos públicos, inclusive na TV, com opiniões políticas. Agora, como integrante da família real, não poderá opinar sobre temas políticos ou assuntos polêmicos.( fonte: gospel prime)

Por tudo isso, não é errado afirmarmos que vivemos num mundo onde a mentira impera.

 

Jesus não é fake News

 

“Não há como escapar. Rejeitar Deus ou fugir dEle é como jogar lenha na fogueira. Um dia, o fogo intenso e alto, o julgamento justo e ardente de Deus, irá queimar tudo. Não se engane: porque no fim todos terão o que merecem- vida de verdade para quem age do lado de Deus e fogo para quem insiste em viver como bem entende, pela lei do menor esforço. Se você age contra sua natureza, irá se destruir, não importa a sua origem, a sua criação ou sua formação. Mas, se você aceitar o jeito de Deus fazer as coisas, a recompensa será maravilhosa- nesse caso também não importa a origem ou a formação” (Romanos 2: 5-10, Bíblia A Mensagem).

 

Esta notícia não é fake, por isso, demora tanto para ser propagada. O mundo um dia irá acabar. Os filmes de Hollywood já vem falando sobre isto há muito tempo, mas todos levam para o campo da ficção, pois é muito mais fácil eu não acreditar no fim do mundo e que não haverá um julgamento. Pensam assim: “eu posso viver a vida do meu jeito sem ligar para nada”, mas a verdade não é esta. Um dia todos iremos comparecer diante de Deus para receber a recompensa de nossos atos nesta vida.

 

No fim todos terão o que merecem.

 

“…pois todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus” (Romanos 3:23).

“Se todos pecamos e afastados estamos de Deus, o que merecemos é o inferno.

…entre os quais todos nós também antes andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira, como também os demais” (Efésios 2:3).

A bíblia afirma que por natureza, somos filhos da ira de Deus e não filhos de Deus. Por quê? Porque todos nós nascemos no pecado, e por consequência gostamos de fazer o que é errado. Fazemos isso, pois não achamos que é errado. Por exemplo: Não é errado colar na prova, não é errado fumar maconha, fumar craque. Não é errado xingar seus pais, não é errado ver pornografia no seu celular ou no computador. O pecado nos deixou cegos e não conseguimos enxergar nada. O problema é que vamos ser julgados por um Deus Santo que não admite o pecado.

 

E agora quem pode me salvar?

 

Já que você por natureza está sentenciado à morte eterna, quem pode mudar isto por você? Por mais que você tente ser uma pessoa melhor, você não consegui pois a sua natureza precisa ser mudada.

“Pelo que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” (2 Coríntios 5:17).

Jesus Cristo é o único que pode nos salvar. Se eu estou nEle, eu sou nova criatura. A criação que nasceu no pecado, dá espaço agora para a nova criação nascida em Deus. Este processo acontece por meio da fé. Eu antes dominava minha vida e agia conforme minhas vontades. Agora eu deixo o governo da minha vida nas mãos de Jesus e ele governa minha vida. Por consequência, tenho acesso a Deus.

“Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem” (1 Timóteo 2:5).

 

Conclusão:

 

“Esse mistério permaneceu sem esclarecido por muito tempo, mas agora é desvendado. Deus quis que todos, não apenas judeus, conhecessem esse rico e glorioso segredo por dentro e por fora, independentemente de origem e filiação religiosa. O mistério, em poucas palavras, é este: Cristo está em vocês, e isso dá a vocês a esperança de participar a glória de Deus. Simples assim. Esse é o âmago da Mensagem” (Colossenses 1:26-27).

A única coisa que vai nos salvar no dia do julgamento é saber se Cristo está em nós ou não.  Isso eu te garanto que não é Fake News!