Quem Somos

Somos uma Igreja em células, nos reunimos durante a semana em pequenos grupos que se organizam nas casas para compartilhar a palavra de Deus, edificar, servir e confraternizar. Vivemos a proposta do cristianismo como estilo de vida. A célula é uma família espiritual que interage com Deus e uns com os outros, onde cada um exerce a sua função de acordo com os dons e talentos dados pelo Criador. É uma unidade básica do corpo de Cristo (igreja) onde todos os seus integrantes são servos e Jesus é o único Senhor.

Célula é uma família. Não é célula porque se reúne, mas se reúne porque é célula!

A reunião da célula é um momento muito especial, no qual temos a oportunidade de refletir na palavra de Deus e a liberdade de nos expressarmos, como também liberar todo potencial de Deus em nossas vidas servindo uns aos outros.

As vantagens de fazer parte de uma célula

– A célula é uma expressão do amor de Deus para aqueles que ainda não o conhecem;
– A célula gera a oportunidade de crescimento no relacionamento com Deus e com os demais membros da Célula, desenvolvendo uma amizade sincera.

 

NOSSA MISSÃO (A razão da nossa existência)

Amar a Deus e fazer discípulos servindo ao próximo.

NOSSA VISÃO (O que queremos ser)

Ser uma comunidade acolhedora, baseada em pequenos grupos,

que vive o compromisso do amor de Cristo.

NOSSA DECLARAÇÃO DE VALORES (O que valorizamos)

FAMÍLIA

RELACIONAMENTO

SACERDÓCIO UNIVERSAL

DISCIPULADO

LIDERANÇA

Entenda nossos valores:

FAMÍLIA

A família é criação divina, através da qual Deus realiza Seu propósito eterno. É no ambiente familiar que, primeiramente, somos ensinados a viver em comunidade. O propósito imediato da família é glorificar a Deus e prover a satisfação das necessidades da pessoa humana e o seu perfeito ajustamento em todas as dimensões (espiritual, emocional, física e material).

É por isso que valorizamos o casamento antes mesmo do seu início. A Bíblia não fala sobre namoro, mas fala sobre como devemos nos conduzir no relacionamento uns com os outros, em santidade e pureza, principalmente quando se trata desse conhecimento pré-matrimonial. O namoro do cristão, portanto, se resume a uma amizade mais profunda, onde duas pessoas desenvolvem a unidade de mente e de espírito, sendo que a unidade física é legitimada diante de Deus somente pelo casamento. É fundamental que o compromisso entre duas pessoas (homem e mulher) seja sempre precedido de oração, para que tal decisão se estabeleça por orientação do Espírito Santo e não pelo simples sentimento.

O compromisso através do casamento de quem teme a Deus respeita a autoridade espiritual (pais, líderes e pastores), como também considera que é necessário unir-se a alguém que professa a mesma fé – “Que harmonia há entre Cristo e Belial? Que há de comum entre o crente e o descrente?” (II Coríntios 6:15).
A base da família é o casamento monogâmico e duradouro por toda a vida, só podendo ser desfeito pela morte ou infidelidade conjugal. O divórcio está completamente contra o propósito de Deus estabelecido em Sua palavra – “Eu odeio o divórcio, diz o Senhor, o Deus de Israel…” (Malaquias 2:16).

RELACIONAMENTO

É somente através dos relacionamentos que podemos crescer. O Evangelho se resume em relacionamentos restaurados, com Deus e com os homens.
Esta é a razão pela qual nos organizamos em células. Nas células cada membro aprende a colocar em prática tudo aquilo que ouve. É nos relacionamentos mais íntimos que o discípulo cresce, manifestando o fruto do Espírito em sua vida, vivendo em unidade e compromisso, exercendo seus dons espirituais, recebendo alimento, submetendo-se aos líderes, prestando contas e, assim, crescendo no caráter e aprendendo a realizar sua missão de fazer outros discípulos.

As células são as Unidades Básicas da Igreja. O crescimento do corpo se dá a partir da multiplicação das células. É nela e a partir dela que se realizam os propósitos da igreja: evangelismo, adoração, comunhão, discipulado (edificação) e ministério (serviço). É somente através da vida em células que cada membro pode tornar-se efetivamente um ministro.

SACERDÓCIO UNIVERSAL

A idéia de um grupo de pessoas especialmente preparadas e pagas para realizar o ministério, enquanto todo o resto da igreja apenas assiste, é uma herança religiosa que não condiz com o evangelho do reino. O ministério pertence a todos os santos. Todos são sacerdotes – “Vocês, porém, são geração eleita, sacerdócio real, nação santa, povo exclusivo de Deus, para anunciar as grandezas daquele que os chamou das trevas para a sua maravilhosa luz” (I Pedro 2:9). É isto que proporciona à Igreja a dinâmica do “uns aos outros”.

Alguns, no entanto, têm um chamado específico de Deus para liderar a igreja, em tempo integral ou parcial. São pessoas dotadas de dons espirituais que têm o papel de preparar, ou aperfeiçoar os santos, para que todos se envolvam na obra do ministério (Efésios 4: 11-16).

DISCIPULADO

Seguimos o exemplo do nosso Mestre Jesus, que não desprezou as multidões, mas, ao mesmo tempo, Se dedicou a acompanhar de perto doze discípulos. Ele os chamou, treinou e depois os enviou para que fizessem discípulos de todas as nações. Discipulado é o processo de formação de uma pessoa segundo o caráter de Jesus.

Discípulo é o que recebe disciplina ou instrução de outro. A palavra “disciplina” deriva-se de “discípulo”, que significa “aquele que segue”; e tanto uma quanto outra palavra, ambas tem origem do termo latino para pupilo que, por sua vez, significa instruir, educar, treinar, dando idéia de modelagem total de caráter. Discípulo não se faz em série, mas é como um trabalho “artesanal”, um a um.

O apóstolo Paulo diz: “E as palavras que me ouviu dizer na presença de muitas testemunhas, confie-as a homens fiéis que sejam também capazes de ensinar outros” (II Timóteo 2:2). Assim como uma macieira produz maçã, uma videira uvas e uma figueira figos, todo o discípulo produz discípulos. É discípulo aquele que frutifica – “Meu Pai é glorificado pelo fato de vocês darem muito fruto; e assim serão meus discípulos” (João 15:8).

O discipulado é voluntário e intencional, e parte do interesse pessoal de ser acompanhado, confrontado e corrigido por um discipulador. Jesus chamava e esperava uma resposta. É a resposta que determina o investimento e não o investimento que determina a resposta. Só há transformação de caráter quando há resposta ao discipulado. Nossa ênfase não é termos um grande rol de membros da igreja, mas é sermos uma descendência numerosa de discípulos de Jesus.

LIDERANÇA

Liderar é a habilidade de influenciar pessoas pela força do caráter a se envolverem em objetivos comuns. O potencial de liderança está em todo ser humano. Ao criar o homem e a mulher, a primeira palavra que Deus lhes dirigiu foi: “Sejam férteis e multipliquem-se. Encham e subjuguem a terra. Dominem…” (Gênesis 1:28). Tudo o que tem vida, tem o potencial para se reproduzir, mas ao homem foi dada autoridade para administrar a criação. O pecado, entretanto, afetou essa consciência e lhe subtraiu este atributo, pois o inimigo quis instalar a desordem no mundo.

Jesus veio para restaurar todas as coisas e nos restituir essa autoridade perdida. Porém, Ele quebrou os paradigmas da administração e estabeleceu o estilo de liderança do reino. Quando viu Seus discípulos competindo entre si, disse: “Vocês sabem que os governantes das nações as dominam, e as pessoas importantes exercem poder sobre elas. Não será assim entre vocês. Ao contrário, quem quiser tornar-se importante entre vocês deverá ser servo, e quem quiser ser o primeiro deverá ser escravo; como o filho do homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos” (Mateus 20:25-28).

 

NOSSA DECLARAÇÃO DE FÉ (Síntese do que cremos)

1. A Bíblia é a inerrante palavra de Deus, a revelação de Deus aos homens e nossa única regra de fé e prática (Mateus 24:35; II Timóteo 3:16; I Pedro 1:25);

2. Há um só Deus e um só mediador entre Deus e os Homens. Esse Deus é absoluto, pessoal e eterno, onipotente, onipresente e onisciente; perfeito em santidade, justiça, verdade e amor. Em Sua triunidade, o eterno Deus Se revela como Pai, Filho e Espírito Santo, pessoas distintas, mas sem divisão em Sua essência (Deuteronômio 6:4; I Coríntios 8:6; Salmo 139; Isaías 64:8; Mateus 1:18-23; João 1:1-14; Gênesis 1:2; Lucas 4:18, 19; João 4:24);

3. O homem foi criado à imagem e semelhança de Deus, para a Sua glória, com o propósito de amar, conhecer e estar em comunhão com seu Criador, bem como cumprir Sua divina vontade (Gênesis 1:26-31; Atos 17:26-29; I João 1:3, 6, 7; Jeremias 9:23, 24; João 14:23; Romanos 8:38, 39);

4. Num ato de livre desobediência contra seu Criador, o homem caiu no pecado e, assim, perdeu a comunhão com Deus. Por isso, todos nós herdamos o pecado e, por natureza, somos pecadores e inclinados para o mal, estando sujeitos à condenação e à morte eterna, sendo absolutamente incapazes de salvar-nos a nós mesmos, o que nos faz depender inteiramente da graça de Deus para sermos salvos (Isaías 59:1, 2; Romanos 3:23, 5:12-19, 3:10-19; Efésios 2:5-10);

5. A salvação vem de Deus por meio da Sua graça, mediante arrependimento do pecador e da sua fé em Jesus Cristo como único Salvador e Senhor. Nenhum ser humano pode salvar-se ou chegar a Deus por suas próprias forças ou outros meios (deuses, santos, anjos, religião, boas obras, etc.). É um dom gratuito de Deus a todos os homens, sem acepção de pessoas e que compreende a regeneração, a justificação, a santificação e a glorificação (Isaías 55:5; Atos 4:12, 15:11; Efésios 2:8, 9; Romanos 6:23; I Timóteo 2:4; João 3:16, 3:3-5; I Pedro 1:3; Romanos 8:33, 3:24; João 17:17; I Tessalonicenses 4:3, 5:23; Romanos 8:30; I João 3:2);

6. O Batismo no Espírito Santo ocorre pela fé por ocasião do novo nascimento. O mandamento é nos enchermos continuamente do Espírito Santo. As manifestações desse batismo acontecem através dos mais diversos dons espirituais e, principalmente, das qualidades fruto do Espírito (Atos 19:2; Romanos 8:9, 14; I Coríntios 12:13; Efésios 1:13, 5:18; Atos 4:31; Gálatas 5:22-25);

7. O Espírito Santo é Deus e Deus é o mesmo ontem, hoje e eternamente; por isso todos os dons do Espírito Santo continuam sendo distribuídos aos homens de acordo com Sua soberana vontade. Eles devem ser desenvolvidos e usados sempre para a edificação do Corpo e para a glória de Deus, observando-se os critérios e orientações para a sua prática de acordo com a palavra de Deus, principalmente por ocasião dos cultos públicos (Romanos 12:6-8; I Coríntios 12:4-11; Efésios 4:11-16; I Pedro 4:7-11; I Coríntios 12:11, 18; I Timóteo 4:14; I Coríntios 14:1-33);

8. A Igreja é um grupo de pessoas regeneradas, que receberam o dom do Espírito Santo, por isso formam o Corpo de Cristo. A igreja local é uma família, onde todos os seus membros têm suas responsabilidades e benefícios. Eles devem assumir o compromisso de envolverem-se, servindo uns aos outros em amor através do exercício dos dons espirituais, visando sempre o propósito comum que é expandir o Reino, fazendo discípulos de Jesus. Isso implica num esforço constante para preservar a unidade do Espírito no vínculo da paz (I Coríntios 12:13; Efésios 4:4-6, 2:19; Hebreus 10:24, 25; Efésios 4:1-3);

9. O Batismo deve ser por imersão, como a verdadeira expressão da regeneração, conforme o padrão bíblico. Não é uma opção nem um complemento, e é mais que um símbolo. Faz parte do processo de entrega a Cristo. É a forma como alguém se identifica com Cristo na Sua morte, sepultamento e ressurreição. É só através dele que alguém pode tornar-se um discípulo e fazer parte da Igreja, o Corpo de Cristo (Romanos 6:4-5; I Coríntios 12:13; Colossenses 2:12; Marcos 16:16; Mateus 28:19, 20);

10. A Ceia do Senhor é celebrada por todos aqueles que fazem parte do Corpo, ou seja, receberam o Espírito Santo por meio da confissão de pecados, arrependimento, fé e batismo. Só os que se identificaram com Cristo em Sua morte e ressurreição é que fazem parte de Seu Corpo Espiritual. O pão simboliza o Seu corpo dado por nós no Calvário, e o vinho simboliza o Seu sangue por nós derramado (João 6:22-59; I Coríntios 11:23-30);

11. O governo da Igreja deve ser exercido por um grupo de pastores que são chamados de presbíteros ou anciãos (que quer dizer maduros, idôneos). Eles devem ser exemplo para o rebanho e exercer autoridade com temor e tremor. Além dos dons relacionados à liderança, devem possuir algumas qualidades a mais, conforme I Timóteo 3:1-13 e Tito 1:5-9. Eles devem, também, ser reconhecidos pela Igreja e consagrados publicamente com imposição de mãos. A diretoria da Igreja existe apenas para fins de representatividade perante a lei, ficando o encargo da liderança espiritual sob a responsabilidade dos presbíteros (Atos 20:17; I Timóteo 5:17; Tito 1:5; I Pedro 5:1-4; Efésios 4:11-12);

12. Deus é Criador, Senhor e Dono de todas as coisas. O discípulo de Jesus reconhece que sua vida não mais lhe pertence, mas àquele que o remiu. Considera-se, portanto, apenas um mordomo, ou administrador, de tudo que é de seu Senhor, como dons, talentos, bens, tempo, dinheiro, etc. Assim, contribui com os dízimos e ofertas para a obra do ministério, não como lei, mas como um referencial básico. Dízimo é 10% de toda a nossa renda bruta. Ele pertence ao Senhor, e sua finalidade é o sustento de todos os obreiros, pastores e missionários. As ofertas têm a finalidade da manutenção material da Cada de Deus (Ageu 2:8; II Coríntios 5:15; Levítico 27:30-32; Números 18:20-24; Malaquias 3:8-11; Êxodo 36; I Crônicas 29, II Crônicas 34);

13. Cada discípulo é um ministro. A missão primordial do povo de Deus é a evangelização do mundo, visando à reconciliação do homem com Deus. Esta responsabilidade começa, pelo exemplo e palavras, onde cada discípulo está, e estende-se até os confins da terra (I Pedro 2:9; II Coríntios 5:18-20; Mateus 28:19-20).

 

Entenda o Significado da nossa logomarca

Célula – Uvas não nascem isoladas, mas em cachos. Nascemos em Cristo na família de Deus, para vivermos em comunhão, nutrindo relacionamentos de amor;

Unidade – Não existe conquista pessoal. Toda conquista é resultado de um conjunto de forças que se unem em torno de um propósito;

Liderança servidora – Lembra uma pirâmide invertida. Não existe hierarquia no corpo, mas liderança reconhecida e submissão voluntária;

Alegria – Uvas produzem vinho, o que, na Bíblia, representa a alegria;

Unção – Vinho também representa o Espírito Santo. “Em um só corpo todos nós fomos batizados em um único Espírito” (I Coríntios 12:13);

Dependência – A vara produz o fruto porque está ligada à Videira (João 15:5); Discipulado. Jesus chamou doze homens para o discipulado. Esta é, também, a nossa missão.

 

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